maio 14, 2012 | em: sem categoria
maio 14, 2012 | em: sem categoria
abril 4, 2012 | em: evento, exposição, graffiti, revista
Saiu o resultado da promoção realizada durante a festa de comemoração do Dia do Graffiti – 27 de Março, que aconteceu na Ação Educativa. O sorteio aconteceu entre as pessoas que preencheram uma ficha na mesa da Revista Graffiti Poético, o prêmio é 01 (uma) caixa personalizada com toda a coleção da Revista e 01 (uma) camiseta 27 de Março dia do Graffiti.
Os ganhadores são:
01 (uma) caixa personalizada com toda a coleção da Revista
Kelvin Ezaki
01 (uma) camiseta 27 de Março dia do Graffiti
Carla Soares da Costa
Os ganhadores devem aguardar um e-mail da Revista comunicando e explicando os procedimentos para retirada dos prêmios.
Em breve esses produtos estarão disponíveis para compra aqui no site.
Obrigado a todos que participaram.
fevereiro 12, 2012 | em: revista
A 8ª edição da Revista Graffiti Poético já está em produção.
Envie seus trabalhos para: oito@graffitipoetico.com.br
ou acesse: www.graffitipoetico.com.br/enviar-trabalhos
*Não esqueça de enviar fotos com 300 dpi em JPG com nome do artista,
cidade, estado e ano de produção
janeiro 20, 2012 | em: exposição
O nome deste projeto não poderia ser mais adequado. Primeiro e mais óbvio, pelo aspecto literal, pois uma garagem na Vila Madalena se tornará palco de uma exposição. Segundo e mais interessante (portanto, principal), pela figura de linguagem construída por seis corajosos fotógrafos. A garagem é o local de uma edificação que fica no subterrâneo, nas profundezas das escavações. Nesse sentido, o que Daniel Marques, Giuliano Springhetti, Marcia Varanda, Marcos Varanda, Renata Biderman e Vicente de Carvalho fizeram foi exatamente isto: ir atrás e descobrir os seus próprios subterrâneos, suas verdades e transformar esse encontro em imagens fotográficas.
Este projeto começou há um ano e meio quando, ainda iniciantes na fotografia, resolveram estudar no curso Autoral I que ministro no MAM-SP (Museu de Arte Moderna). De lá para cá, descobriram que lidar com o processo de criação é muito mais difícil e lento do que imaginavam. Sofreram, brigaram, resistiram e, depois de um ano e meio, apresentam o resultado de tanto esforço, ocupando a garagem de um prédio comercial, mas também aquela metafórica.
O resultado que se instala na parede desta garagem vai além de ensaios fotográficos, fala de verdades interiores e de coragem, muita coragem. Por isso, sinto-me honrado por ser depositário dessa confiança no auxílio de um projeto de imersão nas próprias almas e ter podido ajudá-los em uma aventura que, antes de qualquer coisa, busca a própria descoberta, suas verdades e potências.
A cidade de São Paulo é o pano de fundo, o tema que serve somente para materializar questões que vão além de uma forma de olhar e se relacionar com o espaço urbano e público. Investigam as próprias formas de ser, estar e se relacionar com este local e com seus moradores. Expressam, assim, um pouco mais de si próprios, pois o fotógrafo é aquele que se utiliza das paisagens externas para, na verdade, expressar e falar das paisagens internas.
Daniel, com suas arquiteturas de um tempo desconhecido; Giuliano, que se aventura na construção de uma cidade virtual, imaginária; Marcia, retratando criadores e moradores de olhares atentos; Marcos, com as contradições e situações sem sentido de uma cidade de consumo; Renata, que viaja por um mundo em explosão vulcânica; e Vicente, com a cidade que representa o vazio da alma que suas ruas e esquinas nos arremessam.
Enfim, cada um desses “garagistas” tem um percurso enorme pela frente, mas todos eles têm uma certeza dentro de suas almas, conquistaram um espaço permanente de pesquisa e criação: a própria existência.
Marcelo Greco
janeiro 16, 2012 | em: editais

O Programa para Valorização de Iniciativas Culturais (VAI) tem como objetivo apoiar financeiramente atividades artístico-culturais, principalmente de jovens de baixa renda, com idade entre 18 e 29 anos e regiões do município de São Paulo desprovidas de recursos e equipamentos culturais. Podem se inscrever pessoas físicas e jurídicas (sem fins lucrativos).
INSCRIÇÕES
De 02/01 a 31/01/2012
LOCAIS DE INSCRIÇÃO
Os interessados deverão inscrever-se nos locais abaixo discriminados, de 2º a 6º feira, das 14:00 às 18:00 horas. Excepcionalmente nos dias 30 e 31 de janeiro o horário de inscrição será das 10:00 às 18:00 horas. No Centro Cultural da Juventude as inscrições poderão ser feitas a partir do dia 09 de janeiro.
Veja o edital (regras para participar) nos locais de inscrições ou no site: www.programavai.blogspot.com.
CENTRO
SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA
Av.São João, 473 – 9ºAndar
Fone 3397-0155 / 3397-0156
NORTE
CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE
Av. Deputado Emílio Carlos, 3641 – Vila Nova Cachoeirinha
Fone 3984-2466
LESTE
CASA DE CULTURA ITAIM PAULISTA
Rua Barão De Alagoas, 340 – Itaim Paulista
Fone 2568-3329 / 2963-2742
CEU ARICANDUVA
Rua Olga Fadel Abarca, S/Nº – Vila Aricanduva – Cidade Lider
Fone 2723-7556
SUL
CASA DE CULTURA DO M´BOI MIRIM
Rua Inácio Dias da Silva, S/N Piraporinha
5514-3408
CASA DE CULTURA PALHAÇO CAREQUINHA
Rua Professor Oscar Barreto Filho, 50 – Grajaú
Fone 5924-9135
OESTE
BIBLIOTECA MÁRIO SCHENBERG
Rua Catão, 611 – Lapa
3672-0456
CEU BUTANTÃ
Av. Engenheiro Heitor Antonio Eiras Garcia, 1700 – Butantã
Fone 3732-4551
Prefeitura do Município de São Paulo
Secretaria Municipal de Cultura
dezembro 9, 2011 | em: dj, graffiti, hip hop, vídeo
Dos encontros e conversas da Rede de Artistas ano passado, surgiu este documentário que fala sobre a transformação da arte em Cidade Tiradentes. Daniel, Bob Jay e família RDM, Ivan e Coletivo 5 Zonas são protagonistas do filme que já está rodando o país.
O filme será exibido nesta noite, é só chegar !!!!!
Local: Cidade Tiradentes Pombas Urbanas
Quando: 09/12 às 19hs
Onde: Av. dos Metalúrgicos, 2100 – Cid Tiradentes (Próximo ao Hospital Cidade Tiradentes)
Quanto: Grátis
dezembro 1, 2011 | em: evento, exposição, graffiti
As obras precisam de permissão do dono ou do síndico do imóvel – e de autorização da prefeitura.

O áspero e o cinza, comuns em São Paulo, estão se transformando. E a cidade se tornando uma imensa galeria de arte. Mas, como se faz arte? E, afinal, o que é arte? Uma exposição na cidade – essa sim no museu – discute tudo isso de maneira bem diferente. Quem mostra isso é o repórter Alan Severiano.
De perto, é só um muro pintado de preto e branco. Mas quem passa pela Avenida Paulista e presta um pouco mais de atenção descobre que está sendo observado. Assim – na frente de pedestres e de visitantes – oito estrangeiros construíram suas obras.
Não ha segredos na relação artista-público. As técnicas, os materiais, o tempo de produção, está tudo exposto. É como se as obras estivessem nuas. “Muitos detalhes que quando você vê a minúcia deles mexendo em cada parte da obra isso é bem interessante analisar”, explicou o fotografo Luiz Pires.
O francês Remed buscou inspiração nas linhas de Picasso. A escadaria do Masp virou referência para esculturas gigantes. “De dentro e de fora”, tema da exposição, foi levado tão a sério que um grupo trouxe da rua madeira e peças de ventilador para produzir as obras.
Em mostras como essa, um antigo preconceito vai perdendo força. Muito artista de rua ainda torce o nariz para os colegas que expõem em museu. “Muitos dos artistas que hoje estão ai brilhando nos palcos mais importantes apareceram na periferia do processo estético. Então não é nada impossível que a gente esteja vendo o nascimento de alguns artistas importantes do futuro imediato”, afirmou o curador do Masp Teixeira Coelho.
Admirados nos museus, aos poucos esses artistas vão sendo reconhecidos pelo poder público. Em São Paulo, que tem várias regiões com prédios bem maltratados, a prefeitura resolveu abrir espaço para multiplicar iniciativas. Fachadas e laterais de edifícios agora podem servir de tela por tempo indeterminado. “Você ta perto do povão, da massa, é como se você tivesse um holofote de luz iluminando cultura e informação”, disse o artista plástico Rui Amaral.
As obras precisam de permissão do dono ou do síndico do imóvel – e de autorização da prefeitura. “Se apropriar desses espaços urbanos que estão vazios . É isso que a gente quer recuperar. Fazer com que São Paulo seja uma grande galeria a céu aberto”, ressaltou a diretora de paisagem urbana de São Paulo, Regina Monteiro.
Para os artistas, uma oportunidade de ganhar prestígio. Para a cidade, é também uma espécie de curativo nas feridas da paisagem. A exposição no Masp fica em cartaz até um pouquinho antes do Natal, até dia 23. Já as pinturas na rua ficam em cartaz até que o tempo as apague, ou até que outras sejam pintadas sobre elas.
Fonte: www.globo.com.br
novembro 30, 2011 | em: graffiti, hip hop, vídeo
A transformação sofrida nos últimos anos pela arte de rua de Cidade Tiradentes (zona leste de São Paulo) é o tema do documentário “A Arte e a Rua”, que terá pré-lançamento no início de dezembro.
O filme, um média-metragem de 44 minutos, mostra como quatro grupos de artistas (de rap, grafite, street dance e rap gospel) enfrentam a perda de espaço entre os jovens e, com isso, a descaracterização de seu trabalho.
Dirigido por Rose Satiko, do departamento de Antropologia da USP, e Carolina Caffé, da ONG Instituto Pólis, o documentário dá sequência ao mapeamento da arte de rua que elas fizeram para o Pólis (disponível em cidadetiradentes.org.br).

Dos 200 grupos pesquisados, quatro foram selecionados para o filme, que tem por fio condutor a fala de Daniel Hylário, 28, espécie de pensador de Cidade Tiradentes.
De um lado, o grupo de rap RDM (Rapaziada do Morro) se queixa da invasão do funk, que lhes rouba seguidores. Numa das cenas, rappers discutem a situação. “O rap foi diminuindo porque ele fala não, e o não incomoda”, diz Bob Jay, 30, líder do RDM.
À Folha o rapper reconhece: “A linguagem da juventude de hoje é o funk. Enquanto o rap está protestando, o funk é Sodoma e Gomorra”.
Em outra cena, Hylário encontra o então subprefeito de Cidade Tiradentes, Renato Barreiros, e reclama do incentivo oficial ao funk, por meio de festivais. “O Estado tem que priorizar o que a população quer”, rebate Barreiros.
“A grande massa nem entende o que os rappers falam em nome do povo”, admite Hylário à Folha. “O cara do funk fala de tênis caro, sexo, e o povo legitima”, teoriza.
No grafite, o problema é outro. “Quando artistas têm retorno com a venda em galerias, isso os desestimula a ficar na rua”, diz Antonio Duque, o Tota, 37, do coletivo Cinco Zonas, e que hoje grafita por encomenda. “O grafite espontâneo está no fim.”
Já Ivan Santos, 35, do grupo CT Street Dancers, dá aulas em ONGs e academias. “Mas o que é ensinado nas academias não é o que se dança nas ruas”, ressalva.
O filme será pré-lançado em 7/12, às 20h, no Matilha Cultural (r. Rêgo Freitas, 542, tel. 0/xx/11 3256-2636), em São Paulo.
Fonte: www.folha.com.br